domingo, 28 de abril de 2019

COLETA DE LIXO RECICLÁVEL NO FESTIVAL DA ONG SOLAR

Oi pessoal, tudo bem? Hoje no dia 28 de Abril de 2019, a ONG SOLAR realizou mais um festival de tortas no Alto da Prefeitura (ADP), os festivais que a ONG SOLAR realiza tem como intuito arrecadar dinheiro para pagar ração, veterinário e medicamentos para os animais que estão sobre tutela da ONG. Em parceria com a ONG SOLAR, nós da LEEA ficamos responsáveis por coletar todo o lixo reciclável do festival e destinar a COOPERJE para reciclagem do mesmo. Conseguimos algumas caixas de papelão onde as pessoas pudessem colocar o lixo reciclável, ficamos imensamente felizes em ver que as pessoas respeitaram e jogaram O LIXO NO LIXO. Queríamos agradecer a ONG SOLAR pela oportunidade e que nos demais festivais e eventos possamos participar e ajudar mais. A LEEA esta fazendo algumas pequenas ações pela cidade e estas pequenas ações mesmo que pequenas, sempre tem um resultado positivo. Tudo é possível quando se tem força de vontade. Fiquem ligados nas nossas redes sociais que breve estaremos postando mais novidades!


FOTOS DA LIMPEZA NO KM 19



LIMPEZA NA CACHOEIRA DO KM 19

Oi, pessoal. No dia 27 de abril de 2019 (sábado) quatro integrantes da LEEA fizeram uma pequena ação na Cachoeira do Km 19 na BR 330, sentido Jequié-Ipiaú, com o objetivo de recolher resíduos sólidos encontrados no local. A Cachoeira é conhecida e frequentada por pessoas que buscam se refrescar e se divertir nos dias mais quentes da cidade de Jequié. Além da beleza natural, os frequentadores também dispõem de um bar que vende bebidas e petiscos. Em alguns guias turísticos pela internet a área é descrita como um ambiente inalterado e muito preservado pelos usuários, no entanto, não foi isso que encontramos. Já era esperado achar copos descartáveis, latinhas, garrafas de vidro e bitucas de cigarro, mas nos surpreendemos com a quantidade de fraldas descartadas entre as rochas. Tudo isso pode passar despercebido para quem só quer curtir, mas se olharmos com atenção percebemos que os resíduos nos cercam por toda parte. Daqui a um tempo, as tampinhas de garrafas formarão um piso, as plantas começarão a germinar dentro das garrafas PET enterradas no solo, as sacolas cobrirão as rochas e os musgos e os vidros cobrirão o fundo do rio. Ainda que existam sacos para o depósito de resíduos e uma placa onde lê-se: “não jogue lixo no rio”, algumas pessoas parecem ignorar essas mensagens. Para piorar, o destino dos resíduos que são captados é a incineração a céu aberto, que libera diversos gases ligados à combustão e a transformação do carbono, altamente tóxicos em sua grande maioria e que geram impactos na saúde pública e no meio ambiente. Dentre os gases liberados pela incineração existem gases ácidos (dióxido de enxofre, ácido clorídrico e ácido fluorídrico), óxidos de azoto, monóxido de carbono, vapor de água e dióxido de carbono, além de outros gases do efeito estufa e muitos metais chamados “metais pesados” (cádmio, tálio, chumbo, mercúrio, etc.), e um grande número de substâncias cancerígenas e tóxicas, como as dioxinas e furanos. Nossa ação foi pequena, mas serviu para nos lembrar de que até as operações mais simples dependem da associação de diversos fatores para que as mesmas (estas) sejam efetuadas. (Tá confuso). Nesse caso, a segregação e destinação corretas dos resíduos devem passar pela educação ambiental e pelo entendimento da responsabilidade compartilhada. Ou seja, cada um tem seu papel fundamental neste gerenciamento, seja você gerador, coletor, catador, responsável do setor privado ou público, político da área, entre outros. É preciso entender que, por menor que seja a ação, ela deve ser realizada e o primeiro passo já foi dado.